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sábado, 19 de julho de 2014


Bom o Alvaro começou na escola nova agora é municipal, fomos muito bem acolhidos, ele terá uma auxiliar com ele o tempo todo, no primeiro dia fiquei junto, mais de longe, ele ficou bem.
Chegando em casa a primeira coisa que ele disse:- Mamãe na minha classe tem 3 amigos da minha cor! comclusão ele não se sentia bem antes na outra escola, por não ter nenhuma criança da mesma cor!
No segundo dia já entrou sozinho, e fui olhar depois, estava com os amigos jogando cartas.
Mais como tudo foi novo para ele e quando isso acontece deu estomatite nele, dentro e fora, na sexta ele não queria ir porque estava irritado pela dor, mais insisti e leve, quando deu umas 9:00 hrs ligaram para ir busca-lo, pois estava pedindo a mãe.



 
Resultado da mudança de escola....
 


domingo, 13 de julho de 2014

Bom vamos por partes quero dividir com vcs algumas leis importantes tanto para autistas como deficientes caderno de pandora 3 http://www.pandorgaautismo.org/includes/downloads/publicacoes/Pandorga-Caderno3.pdf                   cederno da pandora4                                                                                                                       


Projeto de Lei nº 411, 2013 - Autoriza o Poder Executivo a criar e implantar um Centro Avançado de Estudo e Capacitação de Educadores da Rede Pública de Ensino no Estado de São Paulo para inserção escolar de alunos portadores de autismo ou diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista.

Legislação / Projetos de Lei / PROJETOS DE LEI ESTADUAIS (ESTADO DE SÃO PAULO) / Projeto de Lei nº 411, 2013 - Autoriza o Poder Executivo a criar e implantar um Centro Avançado de Estudo e Capacitação de Educadores da Rede Pública de Ensino no Estado de São Paulo para inserção escolar de alunos portadores de autismo ou diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista.


PROJETO DE LEI Nº 411, DE 2013
Autoriza o Poder Executivo a criar e implantar um Centro Avançado de Estudo e Capacitação de Educadores da Rede Pública de Ensino no Estado de São Paulo para inserção escolar de alunos portadores de autismo ou diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista.


A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO DECRETA:
Artigo 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a criar e implantar um Centro Avançado de Estudo e Capacitação de Educadores da Rede Pública de Ensino no Estado de São Paulo para inserção escolar de alunos portadores de autismo ou diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista.

Parágrafo único – O Centro Avançado de Estudo e Capacitação de Educadores da Rede Pública de Ensino no Estado de São Paulo oferecerá cursos em conformidade com a demanda regional do estado.

Artigo 2º - As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias, consignadas no orçamento vigente, suplementadas se necessário.

Artigo 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.


JUSTIFICATIVA
O presente projeto de lei tem por objetivo fazer com que o Estado, por meio de ações educacionais, proporcione o desenvolvimento, a capacitação e o aprimoramento dos educadores da rede pública de ensino a fim de que, de fato, esses profissionais sejam capazes de inserir, nas escolas públicas, alunos portadores de autismo ou diagnosticados dentro do Transtorno do Espectro Autista.

A Presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei Federal nº 12.764, em 27 de dezembro de 2012. Referida norma assegura aos autistas os benefícios legais de todos os portadores de deficiência, ressaltando que os órgãos públicos municipais, estaduais e federais devem estar atentos, fazendo com que a Lei seja aplicada de maneira satisfatória, com profissionais habilitados não somente para preparar os autistas, mas para descobrir seus potenciais e a melhor maneira de aproveitá-los na sociedade.

O renomado médico Dráuzio Varella, em seu site (http://drauziovarella.com.br/crianca-2/autismo/), aborda o autismo da seguinte forma:

"Autismo é um transtorno global do desenvolvimento marcado por três características fundamentais:

* Inabilidade para interagir socialmente;

* Dificuldade no domínio da linguagem para comunicar-se ou lidar com jogos simbólicos;

* Padrão de comportamento restritivo e repetitivo.

O grau de comprometimento é de intensidade variável: vai desde quadros mais leves, como a síndrome de Asperger (na qual não há comprometimento da fala e da inteligência), até formas graves em que o paciente se mostra incapaz de manter qualquer tipo de contato interpessoal e é portador de comportamento agressivo e retardo mental.

Os estudos iniciais consideravam o transtorno resultado de dinâmica familiar problemática e de condições de ordem psicológica alteradas, hipótese que se mostrou improcedente. A tendência atual é admitir a existência de múltiplas causas para o autismo, entre eles, fatores genéticos e biológicos.

· Sintomas

O autismo acomete pessoas de todas as classes sociais e etnias, mais os meninos do que as meninas. Os sintomas podem aparecer nos primeiros meses de vida, mas dificilmente são identificados precocemente. O mais comum é os sinais ficarem evidentes antes de a criança completar três anos. De acordo com o quadro clínico, eles podem ser divididos em 3 grupos:

1) ausência completa de qualquer contato interpessoal, incapacidade de aprender a falar, incidência de movimentos estereotipados e repetitivos, deficiência mental;

2) o portador é voltado para si mesmo, não estabelece contato visual com as pessoas nem com o ambiente; consegue falar, mas não usa a fala como ferramenta de comunicação (chega a repetir frases inteiras fora do contexto) e tem comprometimento da compreensão;

3) domínio da linguagem, inteligência normal ou até superior, menor dificuldade de interação social que permite aos portadores levar vida próxima do normal.

Na adolescência e vida adulta, as manifestações do autismo dependem de como as pessoas conseguiram aprender as regras sociais e desenvolver comportamentos que favoreceram sua adaptação e auto-suficiência.

· Diagnóstico

O diagnóstico é essencialmente clínico. Leva em conta o comprometimento e o histórico do paciente e norteia-se pelos critérios estabelecidos por DSM–IV (Manual de Diagnóstico e Estatística da Sociedade Norte-Americana de Psiquiatria) e pelo CID-10 (Classificação Internacional de Doenças da OMS).

· Tratamento

Até o momento, autismo é um distúrbio crônico, mas que conta com esquemas de tratamento que devem ser introduzidos tão logo seja feito o diagnóstico e aplicados por equipe multidisciplinar.

Não existe tratamento padrão que possa ser utilizado. Cada paciente exige acompanhamento individual, de acordo com suas necessidades e deficiências. Alguns podem beneficiar-se com o uso de medicamentos, especialmente quando existem co-morbidades associadas".

Já o Ministério da Saúde disponibiliza, em sua cartilha "Diretrizes de Atenção à Reabilitação da Pessoa com Transtornos do Espectro do Autismo (TEA)" (http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/dir_tea.pdf), as seguintes informações:

"O termo "autismo" foi introduzido na psiquiatria por Plouller, em 1906, como item descritivo do sinal clínico de isolamento (encenado pela repetição da auto-referência) frequente em alguns casos.

Em 1943, Kanner reformulou o termo como distúrbio autístico do contato afetivo, descrevendo uma síndrome com o mesmo sinal clínico de isolamento, então observado num grupo de crianças com idades variando entre 2 anos e 4 meses a 11 anos . Ele apresentou as seguintes características, como parte do quadro clínico que justificava a determinação de um transtorno do desenvolvimento: 1) extrema dificuldade para estabelecer vínculos com pessoas ou situações; 2) ausência de linguagem ou incapacidade no uso significativo da linguagem; 3) boa memória mecânica; 4) ecolalia; 5) repetição de pronomes sem reversão; 6) recusa de comida; 7) reação de horror a ruídos fortes e movimentos bruscos; 8) repetição de atitudes; 9) manipulação de objetos, do tipo incorporação; 10) físico normal; 11) família normal.

Em 1956, ele elege dois sinais como básicos para a identificação do quadro: o isolamento e a imutabilidade, e confirma a natureza inata do distúrbio. O quadro do autismo passou, desde então, a ser referido por diferentes denominações, tendo sido descrito por diferentes sinais e sintomas dependendo da classificação diagnóstica adotada a partir dos dois sinais básicos estabelecidos por Kanner.

O conceito do Autismo Infantil (AI), portanto, se modificou desde sua descrição inicial, passando a ser agrupado em um contínuo de condições com as quais guarda várias similaridades, que passaram a ser denominadas de Transtornos Globais (ou Invasivos) do Desenvolvimento (TGD). Mais recentemente, denominaram-se os Transtornos do Espectro do Autismo (TEA) para se referir a uma parte dos TGD: o Autismo; a Síndrome de Asperger; e o Transtorno Global do Desenvolvimento sem Outra Especificação, portanto não incluindo Síndrome de Rett e Transtorno Desintegrativo da Infância.

O autismo é considerado uma síndrome neuropsiquiátrica. Embora uma etiologia específica não tenha sido identificada, estudos sugerem a presença de alguns fatores genéticos e neurobiológicos que podem estar associados ao autismo (anomalia anatômica ou fisiológica do SNC; problemas constitucionais inatos, predeterminados biologicamente). Fatores de risco psicossociais também foram associados. Nas diferentes expressões do quadro clínico, diversos sinais e sintomas podem estar ou não presentes, mas as características de isolamento e imutabilidade de condutas estão sempre presentes. O quadro, inicialmente, foi classificado no grupo das psicoses infantis. Na tentativa de diferenciação da esquizofrenia de início precoce, prevaleceu o conceito de que os sinais e sintomas devem surgir antes dos 03 anos de idade, e os três principais grupos de características são: problemas com a linguagem; problemas na interação social; e problemas no repertório de comportamentos (restrito e repetitivo), o que inclui alterações nos padrões dos movimentos.

Sendo assim, duas questões tornaram-se evidentes: a importância da detecção precoce e a necessidade do diagnóstico diferencial. A primeira se refere a uma melhor definição de sinais, ou ainda, a uma possibilidade de identificação dos mesmos no período em que a comunicação e expressão individual e social começam a se moldar: primeiros meses de vida. Nesse ponto vale uma observação: a importância atribuída à dimensão intelectual se dá em detrimento do estudo da linguagem dessas pessoas, que aparece de forma genérica nos apontamentos sobre comunicação, privilegiada para descrever o sintoma básico do isolamento. Portanto, faz-se necessária a definição de indicadores de risco para o quadro, em várias dimensões. A segunda questão se refere à construção de protocolos econômicos e eficientes de diagnóstico e tratamento, separando os casos de transtornos do espectro do autismo de um quadro geral dos transtornos do desenvolvimento, como medida de ajuste à rede de cuidados à saúde nesses casos".

Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), em definição datada do ano de 1998, o autismo é: "Uma síndrome presente desde o nascimento ou que começa quase sempre durante os trinta primeiros meses. Caracterizando-se por respostas anormais a estímulos auditivos ou visuais, e por problemas graves quanto à compreensão da linguagem falada. A fala custa aparecer e, quando isto acontece, nota-se ecolalia, uso inadequado dos pronomes, estrutura gramatical, uma incapacidade na utilização social, tanto da linguagem verbal quanto corpórea.

Para a OMS, ainda, a criança autista desenvolverá problemas muito graves de relacionamento social, como incapacidade de manter contato visual, ligação social e jogos em grupo. O comportamento se manifestará de modo usualmente ritualístico, podendo incluir resistência à mudança, ligações a objetos estranhos e um padrão de brincar estereotipado.




Segundo a enciclopédia interativa cibernética Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Autismo):

"O autismo é uma disfunção global do desenvolvimento. É uma alteração que afeta a capacidade de comunicação do indivíduo, de socialização (estabelecer relacionamentos) e de comportamento (responder apropriadamente ao ambiente — segundo as normas que regulam essas respostas). Esta desordem faz parte de um grupo de síndromes chamado transtorno global do desenvolvimento (TGD), também conhecido como transtorno invasivo do desenvolvimento (TID), do inglês pervasive developmental disorder (PDD). Entretanto, neste contexto, a tradução correta de "pervasive" é "abrangente" ou "global", e não "penetrante" ou "invasivo". Mais recentemente cunhou-se o termo Transtorno do Espectro Autista (TEA) para englobar o Autismo, a Síndrome de Asperger e o Transtorno Global do Desenvolvimento Sem Outra Especificação.

Algumas crianças, apesar de autistas, apresentam inteligência e fala intactas, outras apresentam sérios problemas no desenvolvimento da linguagem. Alguns parecem fechados e distantes, outros presos a rígidos e restritos padrões de comportamento. Os diversos modos de manifestação do autismo também são designados de espectro autista, indicando uma gama de possibilidades dos sintomas do autismo. Atualmente já há a possibilidade de detectar a síndrome antes dos dois anos de idade em muitos casos.

Certos adultos com autismo são capazes de ter sucesso na carreira profissional. Porém, os problemas de comunicação e socialização causam, frequentemente, dificuldades em muitas áreas da vida. Adultos com autismo continuarão a precisar de encorajamento e apoio moral na sua luta para uma vida independente. Pais de autistas devem procurar programas para jovens adultos autistas bem antes dos seus filhos terminarem a escola. [Dica]: Caso conheça outros pais de adultos com autismo, pergunte sobre os serviços disponíveis.

O autismo afeta, em média, uma em cada 88 crianças nascidas nos Estados Unidos, segundo o CDC (sigla em inglês para Centro de Controlo e Prevenção de Doenças), do governo daquele país, com números de 2008, divulgados em março de 2012. — no Brasil, porém, ainda não há estatísticas a respeito do TEA . Em 2010, no Dia Mundial de Conscientização do Autismo, 2 de abril, a ONU declarou que, segundo especialistas, acredita-se que a doença atinja cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo, afetando a maneira como esses indivíduos se comunicam e interagem. O aumento dos números de prevalência de autismo levanta uma discussão importante sobre haver ou não uma epidemia da síndrome no planeta, ainda em discussão pela comunidade científica . No Brasil, foi realizado o primeio estudo de epidemiologia de autismo da América Latina, publicado em fevereiro de 2011- com dados de 2010 - liderado pelo psiquiatra da infância Marcos Tomanik Mercadante (1960-2011), num projeto-piloto com amostragem na cidade paulista de Atibaia, aferiu a prevalência de um caso de autismo para cada 368 crianças de 7 a 12 anos . Outros estudos estão em andamento no Brasil."

Estudos epidemiológicos americanos mostram um aumento do número de incidência de autismo ou Transtorno do Espectro Autista nos últimos 20 anos (http://www.autismspeaks.org/donate/we_need_answers.php). E, em artigo de Síglia Pimentel Höher Camargo e Cleonice Alves Bosa, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS (anexo II), é reiterada a absoluta necessidade de capacitação dos educadores para proporcionar real inserção escolar dos autistas ou diagnosticados dentro do Transtorno do Espectro Autista.

Tratando-se de um espectro, o transtorno caracteriza-se por uma série de sintomas e sutilezas diferentes em cada indivíduo. Estudos revelaram que, em comum, crianças com esse diagnóstico se beneficiam de um ambiente simples e minimalista para o aprendizado (site http://www.inspiradospeloautismo.com.br), bem como de pessoas aptas a lidar com suas dificuldades de relacionamento e interação.

Por fim, a Lei Federal 12.764/2012 (anexo I) determina como dever legal a participação dos estados e municípios na implementação e favorecimento da norma (artigo 2º, inciso VII), o que obriga moral e legalmente esta Casa de Leis a propor este Projeto de Lei, esperando e contando com sua aprovação por parte dos nobres colegas.
                                                                                                                                 

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Férias

Bom nesse começo de férias já fizemos algumas mudanças Alvaro quando voltar vai para outra escola, foi conhece-la e parece que gostou, fomos muito bem acolhidos pela diretora e professora.
Ele será o primeiro a ter uma auxiliar na sala na rede publica, foi mais uma batalha que vencemos, mais sei que outra virão, ele já está lendo tudo até a letra j o que juntarmos para trás no alfabeto ele consegue ler.
Ele está super bem sem medicação nehuma, mais as manias continuam,kkkk
Um dia estava tendo aula com a tia Matê, ele perguntou para ela:
- Tia Matê o que o elefante é?
Tia respondeu:
- É um bicho enorme com tromba.
Ele respondeu:
- Não tia ele é um paquiderme.
Ela perguntou:
-E o que é paquiderme?
Ele disse:
São animais que tem o coro grosso como o rinoceronte.
Depois ele pergunta novamente:E um bicho com um olho só na frente?
Ela respondeu:
o que é não sei, mais que é feio é.
Ai lá veio ele com a resposta isso se chama ciclope.
A tia ficou informada e disse olha Alvaro eu estou te ensinando a ler, mais vc tbm está me ensinando um monte de coisas que eu não sabia.
Hoje ele foi para a casa dela em Santa Cruz das Palmeiras cidade vizinha da minha, fiquei preocupada já que não come fora de casa e para a minha surpresa ele disse que já comeu arroz, carne e azeitona.
Cada dia que passa ele está se superando e tenho certeza que um dia ele será uma grande pessoa, com princípios, com bondade e o principal sem discriminar ninguém
MINHA VIDA

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Indignação

INDIGNAÇÃO

É essa a palavra que tenho a dizer, pois nós mães de autistas temos que ver o tempo passar e se quisermos ver nossos filhos, viver com dignidade temos que brigar com o mundo, para que isso aconteça.
Pois bem vou relatar o que acontece comigo e tenho certeza  que com muitas mães:
Temos plano de saúde que não cobre terapeuta,fono, psicóloga enfim só uso para ir ao pediatra que um dia me questionou o autismo do meu filho, e disse que estava fazendo tudo errado com ele,bem se ele que é médico, e que por varias vezes reclamei de varias coisas para ele não soube pelo menos suspeitar,e depois do diagnóstico ainda me tratou como uma mãe desleixada,chegando a me humilhar, então para que plano de saúde.
Depois a criança tem direito a educação, coisa que também não acontece, pois o minicipio não tem preparação para atender qualquer criança com deficiência,algumas  até estudam na rede e é atendida 3 vezes por semana por uma professora de educação especial, pera ai isso é inclusão, pelo que sei essa criança tem direito a um cuidador ou mediador escolar e se for preciso os dois e isso tbm não existe, então temos que pagar escola particular.
Depois meu marido sem emprego vou recorrer ao LOAS que me é negado, pois a minha renda passou de 1/4 do salário mínimo,gente em que mundo estamos, os municípios também tem que aderirem a programas de governos para poderem ter esse tipo de atendimentos para nossas crianças, não tenho nenhum tipo de atendimento multi disciplinar na minha cidade, pois já fiz 2 avaliações na APAE daqui na primeira me foi negado,e a segunda foi feita no começo do ano e até agora nada.
Se o meu filho está evoluindo é graças aos meus esforços e a minha garra, pois se não fosse isso hoje ele não estaria lendo,e também pela tia Matê que se dedica 3vezes por semana para poder ensina-lo, por isso temos que informar a todos sobre seu direitos, vou postar alguns vídeos https://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=f4wUBBF7pl4
                 

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Nessa segunda dis 5 maio fomos para São Paulo no HC passar em consulta com a Dr Evelyn, ela disse que ele está bem, mais se preocupou quando disse que estou pensando em mudar ele de escola, pois meu marido está desempregado e está difícil de pagar a escola,estou esperando a resposta da educação, e terá que ser aos poucos essa mudança, vamos ver como será.
Essa semana pensei muito sobre os autista e principalmente os asperger, pois na consulta em SP fiquei observando as crianças que lá estavam, cada um tinha um jeito diferente do outro, e como são inteligentes os que são verbal, se as escolas fossem preparadas para poderem tirar o que eles tem de melhor, formariam gênios no que gostam, pois um menino de 12 anos,a mãe me contou que ele quer aprender línguas,e se isso acontecer ele será um grande tradutor ou algo parecido.
No caso do meu ele com certeza será biólogo ou paleontólogo,então acho que se soubessem explorar o foco deles, nossa iriam longe.
http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/05/06/justica-decide-que-aluna-com-sindrome-de-down-deve-ter-professor-exclusivo.htm?fb_action_types=og.recommends&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582
Gostaria que vcs pais vejam essa matéria sobre uma inclusão feita judicialmente por um pai de uma menina com síndrome de Dow, será que para podermos ter os direitos dos nossos filhos garantido teremos que fazer o mesmo?

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Eu e meu Autista: O QUE ENSINAR A SEUS FILHOS SOBRE CRIANÇAS ESPECIA...

Eu e meu Autista: O QUE ENSINAR A SEUS FILHOS SOBRE CRIANÇAS ESPECIA...: O QUE ENSINAR A SEUS FILHOS SOBRE CRIANÇAS ESPECIAIS fonte: http://www.apoioautista.com.br  Traduzido por Andréa Werner, do blo...
Bom vou contar como está sendo a parte de alfabetização do Alvaro.
Ele está indo 3 vezes pos semana na casa da bisavó aonde uma tia avó vem da cidade vizinha para ensina-lo, ela começou com as vogais, fazendo ele procurar em revistas circular, pintar as que encontrasse, depois foi para o B e juntando com as vogais que ele já reconhecia, começou a juntar o baba,bebe,bia que era o que ele já conhecia, depois foi para o C juntando novamente com as vogais e também com o b como bico, beco e sempre reforçando o que ele já havia aprendido e está dando certo, ela usa muito revistas para encontrar palavras que ele já reconhece.
Agora começou com o D, a escola está acompanhando o que ela está dando também, para os mais velhos o método é do caminho suave, pois agora com o construtivismo não existe mais, mais acho que é o melhor jeito de se alfabetizar.
Ela tbm apresenta as letras minúsculas e as cursivas e ele tbm consegue ler

domingo, 16 de março de 2014



Não está sendo fácil,mais com muita dedicação da tia Matê e da Tia Juliana que estão trabalhando juntas para que eu possa ler acho que está dando certo, e que venha agora as consoantes!!!!

terça-feira, 4 de março de 2014

Começamos o ano bem, O Álvaro está fazendo a primeira série novamente, mais com uma professora muito dedicada.
Sempre pedia para as professoras dele mostrar o figura de um lanche para ele entender que era a hora de lanchar, nesse ano a professora fez isso e pela primeira vez ele começou a comer na escola, fiquei feliz por esse avanço, fiz alfabeto em prendedores para ajuda-lo, mandei para a escola, comprei varias coisas para ajudar na alfabetização,e 3 vezes por semana ele está tendo apoio de uma tia que alfabetizava autista, ele vem da cidade vizinha para ajuda-lo.
Outro dia ele fez um desenho de uma hiena, e escreveu sozinho o nome, só que foi com i e disse a ele que era com h e ele entendeu.






terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Mudanças

Já faz algum tempo que não escrevo nada, pois foi um período de turbulência, meu marido fechou a loja, tivemos que para os atendimentos multi disciplinares, pois não tinha como ir com o carro, pois tivemos que ficar com o velho.
O Álvaro teve um período de conflito devido a diferença de sua cor em relação a nossa, mostrei as outras mães que são minhas amigas no facebook, que tbm tem filhos adotivos e são diferentes, e expliquei que isso não importa que somos pais independente da cor,mais acho que ele não entende muito bem a adoção, chegou até passa cinza no corpo para ficar branco, mais essa fase já passou, agora é rara as vezes que toca no assunto.
Na escola progrediu mais pouco, por isso me deram duas opções, ele passaria  para o primeiro ano e faria como ouvinte e repetiria ela no final do ano, ou faria novamente o primeiro, optei pela segunda, sei que a lei da inclusão não é essa, mais quem sabe fazendo novamente não dá um estalo e ele consiga ser alfabetizado.
O grupo que faço parte está a todo vapor, vamos começar o ano com reuniões para traçarmos os caminhos.
O Natal foi tranquilo ele se comportou bem, vou colocar algumas fotos









domingo, 22 de setembro de 2013

Bom dia 9 de setembro fomos para o HC em SP para a consulta com a Dr Evelyin, o Alvaro se comportou super bem, comeu até carne no restaurante.
A Dr Evelyn me disse que o relatório da psicóloga de lá, deu atraso de dois anos tentei pegar esse laudo mais não consegui, pois não tinha ninguém para entregar isso é o Brasil!
Na sala de espera tinha outro menininho autista que não parava nem um só minuto, derrepente ele solta uma de suas pérolas - Esse menino está dando febre do rato, todos na sala deram risada.
Quanto a questão do atraso a diretora da escola já havia comentado que o achava muito bebê para idade dele e eu disse que ela que teria que perceber, pois eu não convivo com crianças da mesma idade dele e não teria como perceber, foi marcada uma reunião trocamos algumas informações e decidimos que ele fará o primeiro ano novamente para reforçar, pois se passar ele não iria conseguir acompanhar os demais

Esse é o grupo nós somos capazes, começou com a Maria Serra,mãe da Sabrina que é dow, eu me juntei ao grupo, agora o leque se estendeu, e estamos ai para ajudar outras mães e buscar melhor qualidade de vida para nossos filhos


sexta-feira, 30 de agosto de 2013


Alvaro voltou super bem para a escola, arrumou uma namorada e pediu para que eu fizesse eles de biscuit, ele levou para a escola e foi a sençasão, a dificuldade na aprendizagem continua e o engraçado que ele se acostumou com 3 folhas de tarefa se vier mais se recusa a fazer, e ainda fica inventando pontinhos nas letras aonde não tem
 
Aqui está os bonequinhos que fiz dele com a maria Julia de biscuit, não ficou lindo!!!!!
O beneficio foi negado pelo INSS a renda passou, pois temos que ser miseráveis para conseguir, mais vou entrar na justiça, pois os atendimentos são caros e ainda tenho que pagar escola particular a fica difícil.
 

domingo, 7 de julho de 2013

Ferias de Julho

Bom as férias já começaram, mais eu não tenho férias nesse mês, ai vamos ter que nos ajustar como podemos.
Na casa da avó que é uma chácara ele não vai poder ficar, por causa dos primos e tio, eles não entendem as coisas que ele faz e os primos brigam e o tio fica vigiando tudo o que ele faz, ai a minha sogra fica sem saber o que fazer, e parece uma coisas quando o tio está perto ele começa a fazer arte.
Então resolvemos que ele ficará em casa com ela, isso está me doendo o coração, pois saber que ele poderia gastar toda a sua energia, e ter que ficar em casa assistindo TV, jogando Ipad,e brincando com os bichos dele, vou trabalhar com o coração na mão.
Fui dar entrada no beneficio para ele, pois os gastos estão alto, e o pai está sem emprego, e só com o meu dinheiro não está dando, a assistente disse que pelo meu salário eu não consigo, pois tem que ser mizeravel,mais fez um relatório, explicando os gasto que tenho, as dificuldades de atendimentos,remédios,perguntou se tem descriminação na família, claro que disse que sim.
Na segunda dia 9 vamos passar pelo perito medico, mais ela já me adiantou que terei que entrar com uma ação judicial, não sei quanto tempo isso vai demorar, mais não importa vou atrás do que é de direito para ele

terça-feira, 11 de junho de 2013

Consulta no HC

Fomos ontem para SP na consulta com a Dr Evelyn, no dia anterior disse para ele que iriamos para lá, ele foi dormir as 7 da noite quando foi meia noite ele acordou e me disse :-Já acordei para ir para SP, e só voltou a dormir 15.04 de madrugada e eu fiquei acordada também, mais enfim fomos as 6.30 chegamos as 11.00, pegamos um transito infernal, ele comeu no restaurante por incrivel que pareça, mais foi só carne.
Depois fomos esperar pela consulta, ai tinha um menininho autista tbm e eles começaram a brincar, mais logo em seguida já começou as brigas, o meninho tinha uns bichos do Ben 10 e o Alvaro começou a brincar e em troca deu uma capa de vampiro e um gibi,, depois o meninho queria o brinquedo de volta, mais sem devolver o que era dele ai já viu, o menino deu um baile na mãe e o Alvaro ficou nervoso que queria as coisas dele, mais é normal eles não entendem esse tipo de coisa.
A médica continuou com a mesma medicação, acho que ele está bem e até engordou, e foi tudo bem por lá

domingo, 5 de maio de 2013

Por que as crianças mordem

Uma reclamação constante que recebemos, geralmente de muitos pais, é em relação às mordidas que seus filhos levam ou às atitudes que a creche costuma tomar referente a tais situações. Frequentemente sou arguida quanto às causas desse tipo de comportamento, quanto às atitudes que devem ser tomadas e até quanto aos procedimentos adotados pelos adultos da escola.
As mordidas nessa etapa de vida são extremamente esperadas e absolutamente normais. Claro que não é uma situação agradável ver uma criança mordida. Isso incomoda e aborrece adultos de todas as esferas: educadores, pais, estagiários, assistentes, babás, além da própria criança.
Existem vários motivos para que uma criança, na primeira infância, morda.
Desde o aparecimento dos primeiros dentes até os 2 anos, aproximadamente, as crianças costumam morder brinquedos, pessoas de seu convívio e objetos de seu dia-a-dia. Fazem isso em busca de novas sensações e movimentos, tomando assim, aos poucos, consciência de seu próprio corpo – de seu “eu corporal” e de seus limites.
Tal característica também é conhecida como “fase oral”. Fase pela qual a criança começa a interagir com o mundo, através da sua boca. E é justamente através da boca que a criança faz importantes descobertas e começa a separar o que a constitui daquilo que constitui o outro. Provoca reações ao mesmo tempo em que revela diferentes e inéditas sensações.
Outra razão para que as crianças mordam é a falta de domínio verbal. Por não saberem se expressar, muitas vezes mordem por conta da necessidade de se comunicarem. Assim conseguem, através das mordidas, expressar seu descontentamento, suas frustrações, seus desejos e necessidades. Mordem, então, por serem incapazes de se comunicarem com clareza.
Em contrapartida, sentimentos de carinho e afeto também podem suscitar mordidas, justamente por serem emoções que ainda não podem ser nomeadas pela criança. Afinal, quantas vezes nós, adultos, expressamos amor por alguma criança, usando expressões errôneas, como: “Que lindo, dá até vontade de morder!” ou “Posso morder essa barriguinha?” . Não podemos esquecer que o adulto é, de fato, o primeiro modelo a ser seguido pela criança. Recordo-me de uma situação que retrata essa realidade.

É importante que todos saibam como agir diante das situações nas quais uma criança é mordida por outra. Situações tão comuns nas salas de Educação Infantil.
Não raro, os pais da criança mordida, depois da terceira ou quarta reincidência, chateados e muitas vezes bem descontentes em virtude das marcas de mordida em sua criança, me interpelam questionando a respeito das atitudes que irei tomar com a criança e a família dela.
Tenho aqui que dar uma parada obrigatória. Há algumas considerações que não posso deixar de explicitar neste texto.
Nenhuma criança, e digo nenhuma criança realmente, merece levar o rótulo de “mordedora”, por mais que a vítima seja o seu gostoso bebê. Isso fica mais fácil de aceitar como verdade, desde que todos os adultos possam se colocar no lugar dessa criança. Ou melhor, e mais eficaz ainda, imaginar que essa criança “mordedora” (que horrível!!!) poderia ser seu próprio filho ou filha.
Senhores pais e responsáveis, pedimos que ao se encontrarem diante desse fato possam contar com toda a estrutura e preparo dos funcionários da creche. Juntos, encontraremos novas estratégias e soluções para cada fato ocorrido aqui. Sabemos o que devemos fazer, como agir e que providências tomar. A creche está preparado para agir nessas e em outras ocasiões e está ciente do quanto fatos como esse estão inseridos no desenvolvimento das crianças nessa faixa etária.
E por falar nisso, jamais se esqueçam também de que “tirar satisfações” com os pais ou com a educadora da criança que mordeu várias vezes o seu filho em nada irá contribuir para que possamos solucionar esses repetidos eventos.
Os pais dessas crianças invariavelmente estão tão preocupados ou até mesmo tão arrasados quanto os pais das crianças que foram mordidas. Além de não saberem como agir, ainda têm que circular entre outros pais nos eventos infantis, com o rótulo de péssimo educador e ver o seu filho ou filha sendo “isolado”, delicadamente, do convívio social das outras crianças. É bem triste!
Feitas essas considerações, explico quais os procedimentos que costumamos realizar, quando uma criança morde a outra:
  • Somos firmes com a criança que porventura tenha mordido. Abaixamos para podermos olhar diretamente nos olhos dela e assim conversarmos.
  • Mostramos o ferimento do colega e explicamos a criança que ninguém gosta de sentir dor.
  • Oferecemos maneiras para que a criança que mordeu possa ajudar a fazer o “curativo” na criança mordida.
  • Professores e orientadora procuram descobrir o motivo que fez surgir tal comportamento e mostramos a criança outras formas de expressão.
  • Tentamos solucionar esse desafio no contexto escolar (pois se acontece aqui, na presença de outras crianças, a solução deve vir daqui), porém, quando o fato se mostra repetitivo e algo mais se manifesta, chamamos os pais, para juntos, em parceria, encontrarmos as causas desse comportamento recorrente e eventuais estratégias para ajudar nossa criança.
Dessa forma, peço que se dispam de preconceitos e que vivam em plenitude essa etapa que se inicia na vida de seus filhos. Por aí vem uma infinidade de brincadeiras, de aprendizados e de socializações que só se fazem possíveis quando vividos no ambiente escolar.
Nós, da Creche Henrique João, nos preparamos dia após dia para recebermos sua criança com todo o afeto e atenção. Da mesma maneira também estamos aqui disponíveis para recebermos as dúvidas, os questionamentos e as sugestões de todos os pais.  Contamos com sua parceria.




sábado, 27 de abril de 2013

Como afeta a familia

Impacto nas famílias de crianças autistas

  
   Desde o stress emocional do diagnóstico inicial para o estresse financeiro em curso de tratamentos caros e terapias, o autismo afeta famílias de muitas maneiras. Lidar com esses estressores pode criar casamentos fortes e famílias, mas é preciso uma grande dose de trabalho e um excelente sistema de apoio.





 
 Como o autismo afeta famílias

 
A partir do momento em que começam a suspeitar que seu filho não está se  desenvolvendo de uma forma neuro-típica, famílias de crianças com transtornos do espectro do autismo começam a enfrentar os desafios que os distinguem de outros grupos familiares. Este distúrbio pode ser emocionalmente devastador para os pais, especialmente antes e depois que a criança é diagnosticada. Além disso, há o stress de navegar horários de terapias complicados, através do seguinte sobre o tratamento em casa, fazendo malabarismos com compromissos familiares com as responsabilidades do trabalho, e muitas outras questões. Embora essas dificuldades podem sentir insuperáveis, a maioria das famílias aprendem a lidar e a ajustar com o tempo.
 
Impacto emocional
  
O autismo é um passeio de montanha russa emocional que começa antes do diagnóstico e continua ao longo da vida. De acordo com um estudo publicado na revista Pediatrics, mães de crianças do espectro do autismo freqüentemente avaliaram seu estado de saúde mental como "ruim" ou "justo". Eles tinham um nível de tensão mais elevado do que a população em geral.

Além do maior nível de stress, muitos pais de crianças com autismo experimentam as seguintes emoções:
  •     Sentimentos de estar sobrecarregado;
  •     Alívio por ter um nome para o seu filho enfrentar desafios;
  •     Raiva em seu cônjuge, os médicos, ou a si próprios;
  •     O ressentimento da criança e da culpa para que o ressentimento;
  •     Desespero para a natureza da doença incurável;
  •     Culpa que algo que eles fizeram pode ter causado desafios de seus filhos;
  •     Frustração que a experiência dos pais que têm, não é o que eles previram;
  •     Sentimentos de isolamento social;
  •     Constrangimento no comportamento da criança em público.

 
Impacto físico
  
Autismo também tem um impacto indireto sobre a saúde física dos membros da família. Ansiedade, depressão, exaustão e todos tomar um pedágio sobre a saúde física das famílias com crianças do espectro do autismo. O estresse pode levar à baixa imunidade, e privação de sono pode resultar em dificuldade de concentração, perda de memória, e outras complicações de saúde.

Impacto Financeiro
 
O impacto financeiro para as famílias de crianças autistas é enorme. Planos de seguros privados de saúde não cobrem mais todas as despesas relacionadas à terapia e tratamento para crianças autistas e os. Co-paga para visitas de escritório e medicamentos muitas vezes resulta em enorme dívida financeira. Além da terapia e despesas médicas, não são adicionados encargos financeiros especializados como brinquedos educativos, equipamentos como cobertores ponderados e coletes, e muito mais.

De acordo com um estudo na revista Pediatrics, ter um filho com autismo resultou em uma média de uma perda de 14% da renda familiar total. Muitas vezes, é extremamente difícil para ambos os pais para continuar a trabalhar em tempo integral, o que significa uma redução na renda familiar para ir junto com o aumento das despesas. Desde que muitos pais precisam de um trabalho de tempo integral, a fim de fornecer seguro de saúde, perda de emprego a tempo inteiro, pode ter um impacto dramático e negativo sobre as finanças da família.

Impacto sobre os casamentos

  
Uma das principais maneiras que as famílias são impactadas pelo autismo, é colocando stress adicional sobre o casamento dos pais. De acordo com um estudo publicado no Journal of Family Psychology, os pais de crianças com autismo foram 9,7% mais probabilidade de se divorciar do que seus pares. Existem várias formas de autismo que salienta o casamento:
  •     Muitas vezes, os pais aceitam o diagnóstico da criança de diferentes formas e em ritmos diferentes, levando a conflitos.
  •     Inconsistentes horários e compromissos numerosos tornarem mais difícil para os pais a passar tempo juntos.
  •     Ele pode ser um desafio para encontrar creches para crianças com autismo, o que também faz com que seja difícil para os pais para sair como um casal.
  •     Tensões financeiras podem causar conflito adicional entre os pais.

Impacto sobre Irmãos
  
Autismo afeta também neuro-típicos irmãos. Estas crianças enfrentam muitas das mesmas pressões como o resto da família e eles não podem ter o total apoio dos pais, que estão sobrecarregados com as necessidades de seu filho com autismo. A rivalidade entre irmãos pode se tornar mais intensa em uma família com uma mistura de desenvolvimento típico irmãos e filhos com autismo. Se a necessidade da criança ASD para o tempo extra e atenção torna-se um problema permanente, como muitas vezes acontece com autismo, os irmãos podem se sentir deixados de fora, e ressentimento pode construir. No entanto, muitas famílias são capazes de resolver estes desafios, desde que eles possam controlar outros fatores de stress.

Um estudo no Journal of Developmental Disorders autismo descobriu que o maior preditor do irmão ajuste emocional foi a presença ou ausência de outros fatores de risco como o nível sócio-econômico baixo. Se esses fatores forem controlados, a experiência de ser um irmão para uma criança com autismo, na verdade, aumenta a saúde emocional e psicossocial dele.

Reduzir o impacto negativo
 
Existem várias maneiras que as famílias possam reduzir o impacto negativo do autismo:
  •     Terapia ou aconselhamento: A psicoterapia é uma ferramenta valiosa para lidar com o impacto emocional do autismo, e aconselhamento familiar é útil para lidar com problemas conjugais e de comunicação. Em casos de depressão ou ansiedade, a medicação é uma solução a curto prazo eficaz. Para encontrar um terapeuta, contate o seu médico de família para uma recomendação.
  •     Os grupos de apoio: Para muitos pais e familiares, grupos de apoio do autismo pode salvar uma vida. O contato com outros pais de crianças autistas facilita o isolamento, melhora o humor e aumenta a aceitação e compreensão do transtorno. Muitas vezes, só de saber que outros estão passando por uma experiência semelhante pode trazer alívio muito necessário e ajudar os pais a lidar com os desafios físicos e emocionais de criar uma criança autista. O distrito escolar vai ser capaz de recomendar um grupo de apoio local.
  •     Aceitar ajuda: Os pais e familiares devem procurar ajuda e apoio de todas as fontes possíveis. Não há nada de errado com confiando em família para cuidar das crianças, ou com a aceitação de doações para ajudar a pagar o tratamento e despesas médicas. Os pais devem lembrar-se de fazer uma pausa e passar algum tempo cuidando de suas próprias necessidades. Um cochilo extra, uma viagem para o salão de beleza, ou uma tarde na livraria pode recarregar o corpo ea mente e aliviar uma quantidade considerável de stress acumulado. Cuidar de si mesmo, ajuda a torná-lo um melhor cuidador.

Abraçando o impacto positivo    Embora haja uma variedade de desafios associados com a paternidade de uma criança com autismo, o transtorno também podem ter muitos efeitos positivos sobre a sua família. Através de enfrentar com sucesso os desafios e vendo o progresso em seu filho, os pais podem se tornar mais confiante e emocionalmente segura. Enfrentar esses desafios como uma equipe pode fortalecer o casamento também. A chave para manter as coisas positivas é cuidar de si mesmo, bem como o seu filho com necessidades especiais.




sábado, 9 de março de 2013

Dia 26 de fevereiro fomos para SP no nutrologo, fomos atendido por uma médico chamado Ary, nunca havia visto um médico com tanto jeito para tratar crianças, perguntou ao Alvaro o nome, depois a idade, e se era casado ou solteiro, e ele respondeu casado,kkkkk, mais com uma lagarta.....
Depois perguntou o que gostava de comer, e se fazia cocô todos os dias, ai disse o seu cocô que cor que é? e ele respondeu marrom, Hum ele disse cocô marrom não é bom é muito fedido cheiroso é o azul,kkkk ai se seguiu a consulta ele o examinou, brincando, e me disse seu filho está supar bem não se preocupe com a alimentação, ele está com o peso bom, altura tbm, ele se alimenta conforme tem fome, fique tranquila e me encaminhou para uma nutricionista, para ela me orientar como inserir alimento, ela disse que tenho que apresentar os alimentos a ele e que um dia ele come algo diferente e vai mudando o habito, bom fiquei muito mais tranquila
Alvaro e suas namoradas ....